Turista Profissional

& amadores: histórias, dicas e furadas de viagens
por Ana Catarina Portugal

 

Por Ana Catarina Portugal em 13/09/2009

Vista da ilha do Alto dos moinhos“Este pos foi escrito pela Romilda que já é uma sócia aqui, hehehe!!! Ela nos conta um pouco sobre sua experiência na ilha de Porto Santo, que faz parte do arquipélogo português chamado Madeira. Esta ilha em particular é considerada por alguns como a última ilha paradisíaca da Europa”

Algumas indicações… Porto Santo é uma ilha pequena que fica a duas horas de ferri-boat do  Funchal na Madeira ou a 45 minutos de avião.

É chamada a Ilha Dourada porque as suas areias são amarelas e sem qualquer poluição, não tem conchas sequer, só umas pedrinhas bem pequeninas de origem vulcânica que aparecem aqui e ali…

Como local de descanso e paz é fantástico, tem um mar muito azul e com muita salinidade, para dar um mergulho. Vemo-nos aflitos pq somos empurrados para cima como que por uma força superior, a água do mar contem sais minerais, potássio e magnésio, as suas areias são muito boas no combate a problemas de pele e ossos.

Para ver tem muito pouco, pois, ao contrário da Madeira não tem muito pluviosidade, e apesar, de se apostar na florestação, como não há água, o sucesso não é muito grande, embora existam algumas árvores. Mas tem paisagens maravilhosas com os seus montes  fossilizados de areia e a paisagem agreste de uma ilha totalmente vulcânica.

Como ir!?…. Direto tem alguns vôos a partir de Lisboa em Low Cost. Outra forma  é ir de Lisboa/Funchal/Porto Santo… mas a ligação Funchal/Porto Santo é morosa e complicada, eu preferi ir através de uma agência de viagens e fomos directo de Lisboa, o inconveniente é só esse, não podemos fazer a viagem á nossa medida.

O Clima é muito ameno até aquilo que chamamos de Inverno lá é muito temperado, sem frio nem calor.

Um inconveniente é a restauração que não é barata pq é uma ilha muito isolada e vai tudo tanto do Continente (Portugal), como da própria Madeira, mas para quem queira fazer refeições baratas, há supermercados e pode-se comprar refeições á nossa medida. Hummmm, tem um pão que é chamado o “pão do caco” que é uma maravilha… para mim só simples pq ele é servido com manteiga de alho feita artesanalmente,  eu não gostei muito…. mas quase toda a gente adorava, devia ser o meu paladar que não estava bom!…eheheheh.

Mas para quem queira descansar é um paraíso na terra.

Ah, já me esquecia, tem uns sorvetes deliciosos que deixaram saudade!….Pena ser tão longe!

Um beijo grande do fundo do coração.

Romilda

Os moinhosAreal para Sul

“Mais informações, você poderá encontrar aqui ou nos links do início do post.

Boa viagem!!!”

 

Por Ana Catarina Portugal em 06/05/2009

“Este post era inicialmente um comentário que a Romilda fez no post sobre Stonehenge. Segundo ela, a leitura daquele post a incentivou a ir ver esta maravilha de pedras e tendo recém  voltado de lá, resolveu dividir conosco a sua experiência. Depois de alguns e-mails muito interessantes trocados entre nós duas, aqui está o relato de uma leitora deste blog que foi e retornou aqui com sua história. Obrigado Romilda e muita luz na sua trajetória!”

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“Olá Ana
Vim ontem dia 5 de Maio de Inglaterra, e tenho a dizer-lhe que o seu blog estimulou-me muito ir a Stonehenge. Eu queria ir, mas estava a fazer contas de levar companhia, só que a companhia faltou, pois não queriam ir ver “pedregulhos”, e eu fui sozinha!

Bem, eu vou dar só um cheirinho, para quem quiser ir e desisti porque não tem companhia…

Para mim  foi a experiência mais incrível da minha vida!….a filha do meu marido mora em Braintree, a umas 85 milhas de Londres… fui num domingo…. isto para dizer que os transportes são muito reduzidos e encontrei bastantes obstáculos, pois o comboio que queria ir não havia e o autocarro também não fazia a ligação a Londres… e ainda por cima para uma pessoa que só sabe o Inglês de Escola, e que foi há muitos anos que o estudou… tenho 56 anos, imaginem!… tinha 14 qd fiz o meu curso!… e nunca mais liguei para a Língua….

Mas meus amigos, levei desde as 6:40hs da manhã até ao meio dia e meia em viagem…. mas ás 13 horas estava a entrar no tal autocarro de 2 andares como a ANA fala, e de volta apanhei o comboio direto a Waterloo, de onde partiria para Liperpool street. Cheguei a casa eram 21:30hs, cansada, mas muito feliz pela experiência, lá foi mágico… muito mágico mesmo. Aconselho vivamente a quem queira ter uma boa dose de energia, a visitar Stonehenge.
Por isso, a primeira coisa que fiz foi agradecer-lhe pois acho que a ANA teve uma cota parte nesta minha viagem.

Um Abraço

Romilda em Setúbal.”

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Por Ana Catarina Portugal em 23/04/2009

“Este post foi escrito por minha amiga e colega de filosofia Fernanda Novarino, uma das melhores coisa que me aconteceram ao voltar para o banco dos alunos… Valeu amiga!!! Se há alguém que sabe TUDO de Espanha, é esta gentil senhorita. Aproveitem”

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Ainda de férias e sem ritmo na escrita, decidi mesmo assim aceitar o desafio proposto pela minha querida amiga Ana Catarina e desenvolver esse artigo.

Quando um turista brasileiro elege a Península como seu destino de férias, na maioria das vezes ele permanece no feijão-com-arroz Madrid-Barcelona. Zaragoza, a cidade da qual fui convidada a falar, seguramente não está nos destinos favoritos entre a galera tupiniquim. E esse é o meu papel: convercer você, meu caro leitor, a fazer um pit-stop na capital aragonesa antes de seguir para os – clássicos – destinos espanhóis.

clip_image004Como começar a dar dicas sem falar um pouco da história do lugar? Zaragoza no passado, ainda no século I a.C., foi uma importante cidade romana, também conhecida como Caesar Augusta. Banhada pelo rio Ebro, já durante o século VIII esteve sob mãos mulçumanas e é somente a partir de 1118 de nossa era que passou para mãos cristãs, agora sob o comando de Alfonso I que a tomou e converteu em capital do reino de Aragón. Atualmente, Zaragoza é considerada a quinta maior cidade da Espanha em número de habitantes, que são mais de 600.000. Em 2008 serviu de base para a Expo, uma feira que tinha como propósito a “água” no mundo. Estou me prolongando? Pois bem, você pode seguir a pesquisa numa Wikipedia e vamos logo ao que interessa: o que fazer por aqui.
Primeiro quero dizer que é fácil fácil chegar por essas bandas. Como? O trem AVE saindo de magnífica Estación de Atocha de Madrid com destino a Barcelona (e vice-versa, por favor!) passa por Aragón. Zaragoza está justo no meio do caminho. Para maiores informações sobre itinerários, aqui a página da estação de trem da cidade: http://www.estacion-zaragoza.com/
Quanto tempo ficar?

Taí uma boa pergunta e isso vai depender muito de quanto você pode gastar e do seu tempo disponível. Um dia ou dois você pode tranquilamente andar pelo “callejero” e visitar todos os monumentos. Essencialmente, Zaragoza é uma cidade que se conhece a pé. Eu tenho um amigo que sempre diz que o tamanho ideal de uma cidade é quando ela ainda NÃO precisa de um Metrô. Bingo! Zaragoza é o lugar. Você pode ir de uma ponta a outra caminhando (e de férias sempre temos aqueeeeeela disposição extra). Mas claro, se você é um turista que tem pressa, pode pegar facilmente um ônibus turístico que faz o mesmo percurso e com gente capacitada explicando tudo tim-tim-por-tim-tim (e de quebra você ainda melhora o seu castellano!)

O que ver na capital aragonesa.

1) Sem dúvida vamos iniciar o passeio pelo incrível Palacio de la Aljafería , construído na segunda metade do séculov XI, e que está bem no meio da cidade. Se você não possui tempo disponível para fazer um tour pelos magníficos palácios da Espanha do Sul (Córdoba, Servilla e cia.) Seguramente a Alfajería, de estilo mudéjar, dá conta do recado.

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clip_image0162) Seguindo…outro clássico ponto turístico é a sua Plaza Mayor também conhecida como Plaza de las Catedrales, uma das maiores de toda a Espanha e onde podemos encontrar a Basílica do Pilar, famoso destino de peregrinação. Se você é do tipo religioso, não deixe de entrar por ali e pedir uma proteção extra mas, não fazendo seu estilo, mesmo assim vale a visita ao local por algumas pinturas de Goya. Aos mais atentos é possível perceber que os telhados da Basílica possuem um toque bastante tupiniquim. Ao lado do Pilar não deixe de observar (ou entrar!) no belíssimo edifício de estilo regional conhecido como La Lonja. É de graça e sempre tem alguma exposição por ali.

3) Não deixe de visitar La Seo. Também localizada na Plaza Mayor é, sem dúvida, a igreja mais bonita e de maior valor histórico da região. A entrada em determinados lugares de seu interior é paga, mas dependendo do dia, vale verificar os horários das missas e entrar de graça. Por dentro La Seo é austera como qualquer catedral gótica, mas o barato dessa igreja está, a meu ver, ao lado de fora. Um muro que leva a uma torre e que vale por uma faculdade inteira de História! Nesta igreja é possível ver datações de estilo românico, mudejar, gótico ou barroco.

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Plaze de las Catedrales, La Lonja e La Seo

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detalhe de La Seo

clip_image0254) Como a gente viu no início, Zaragoza é uma cidade fundada ainda no Império Romano, assim ela ainda mantém edificações, muitas vezes não tão bem conservadas sejamos francos, desta época. Ali perto do Pilar, caminhando (e se perdendo!) pelo Casco Viejo é possível esbarrar no Teatro Romano de Caesaragusta, com um capacidade para 6.000 espectadores. Falando abertamente: existem teatros muito mais bem conservados em outras cidades européias, mas para quem nunca viu algum na vida é bacana se deparar a ele e respirar História. Existe um museu mas é possível vê-lo, ali mesmo desde o Casco, e que já vale o passeio.Outra opção é Museo de las Termas Públicas de Caesaraugusta, este sim muito bem conservado e bastante didático, valendo cada centavo o ingresso. Zaragoza tem disso: como muitas das capitais ou clip_image023cidadezinhas européias, um dos melhores programas é sair sem rumo (e sem medo!) num labirinto sem fim. Caminhar pelo Casco Viejo e seus inúmeros edificios de estilo aragonés (fica a dica do Pátio da Infanta), seus bares de copas e, de quebra, topar com lugares bastante pitorescos e charmosos. Destaque para a Calle de Affonso I (que vai dar no Pilar) ou subindo pelo Paseo Sagasta alcançando o agradável Paseo de los Ruiseñores (que nome mais bonito de rua!) rumo ao parque que falaremos em seguida.

5) Zaragoza, como grande parte das cidades desta região, não é uma localidade repleta de verde. Isso inicialmente pode chamar a atenção de um turista vindo do nosso Brasil tão verde-clip_image027anil. Mas, afastando-se do centro uns 5 ou 10 minutos está o excelente Parque Primo Rivera, também conhecido como Parque Grande. Ali no verão é possível alugar bicicletas ou fazer os tão comuns piqueniques, o que pra gente seria sinônimo de “farofada”. Mas esqueça essa mentalidade, entre no supermercado mais próximo e se jogue nos vinhos e queijos espanhóis que são incríveis. É claro que você está na Espanha e não deixe de comer o legítimo jamón. Depois é só caminhar até o Jardim Botânico, localizado dentro do Parque Grande, e deixar a tarde cair. Outra opção é caminhar nas margens do Ebro observando o sol se pôr, sobretudo quando se está acompanhado! (No verão é possível alugar bicicletas).

6) Outra coisa que insisto em exaltar é o paladar. Falar sobre viagem sem falar de comida não dá. Viajar também é comer. E se você é como eu, que não poupa esforços na hora em que o estômago manda aquele sinal, vou tentar passar alguma sugestão de bons lugares para comer na cidade. Certamente uma tarefa bastante complicada uma vez que Zaragoza é considerada a cidade espanhola com o maior números de bares e restaurantes, batendo as grandes Madrid e Barcelona. Como qualquer boa cidade, há diversos estabelecimentos para todos os gostos e bolsos. Tem até 2 brasileiros: o Barzinho e Violão e o Quita-penas para o momento que bater a saudade do feijão-com-arroz ou da amada coxinha-de-galinha! Agora, existem os charmosos cafés localizados na não menos charmosa Calle Afonso I e é uma oportunidade única para sentar numa terraza e pedir o divino café bombom, nada mais que café com uma dose bem generosa de leite condensado. Esqueça as dietas porque você está de férias! Depois é só deixar a vida passar e observar o vai e vem de aragoneses. Espanha também é sinônimo de…tapas. Não, não vá sair esbofetando ninguém e sim de bar em bar provando as especilidades de cada um. Eu, particurlamente, posso passar uma noite inteira entrando e saindo dos bares somente tentando descobrir a melhor. O Casco Viejo está cheio deles! Agora, se você procura uma comida regional e esta disposto a deixar algumas notas de euro, existe um lugar imperdível: Rinconada de Lorenzo. Fica na Plaza San Francisco, perto da universidade. Não deixe de provar as surpreendentes migas, uma espécie de farofa de migalhas de pão, preparada com chorizo (atenção que não é o nosso “chouriço” e sim uma espécie de lingüiça) e uvas. Sim, você leu direitinho: uvas. Eu também sugiro as migas com um baita ovo frito por cima e depois é só partir para a não menos justa siesta. Depois se jogo nos guisados e pescados: é o que a região tem de melhor. Meu amigo, sorte sua estar na Espanha! Depois de tanta comilança, regada a muito vinho por favor, é mais que justo você seguir rumo a tua cama e tirar aquela sonequinha da tarde e no melhor estilo sem culpa! (E aqui eu confesso um hábito que preciso inserir nessa cultura: siesta estirada nas nossas tão brasileiras redes. Aguarde porque isso ainda vai dar o que falar!)

clip_image0297) Viajar também é trazer recordações. E turista que é turista tem que trazer souvenir. Em Zaragoza, uma boa sacada é comprar uma peça das cerâmica de Muel ou Teruel, do interior de Aragón. Faça com eu: almoce num lugar mais “humilde” e , ao invés de comprar as clássicas lembrancinhas, e que no caso de Zaragoza são as miniaturas do Pilar e da Porta del Carmen, invista numa bela peça de cerâmica. Tem para todos os bolsos: um pequeno prato a 10 euros até lindos vasos e jarras, já com preços mais salgados.

Agora, se você é como eu e já está cansando de viajar pelas capitais do Velho Continente, cansado de monumentos, filas de museus, ônibus, metrôs e tal, ah meu caro leitor, você vai precisar de mais de um par de dias por aqui em Aragón. O motivo? Pirineus. Rapazzzzz, se tem um lugar que brasileiro deve conhecer é esse. E estamos em plena temporada de inverno! O bacana de Zaragoza é justamente isso: um excelente ponto de partida para a cordilheira. Mas talvez isso seja motivo para outros posts.

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Por Fernanda Novarino, 30 anos, estudante de filosofia e amiga da autora deste blog.
Tem uma relação afetiva com Zaragoza.

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Todas as fotos são particulares ou retiradas da web oficial do Ayuntamiento de Zaragoza: http://www.zaragoza.es/weboficial/

Por Ana Catarina Portugal em 19/02/2009

Este post foi escrito pela minha irmã, que é professora de História da América. Em breve irei para o Peru e como ela já morou lá 2 vezes (além das viagens a passeio ou trabalho) resolvi pedir dicas. Ao invés de me falar, ela resolveu escrever este post, que além de mim, também poderá ajudar a outros futuros viajantes. Aproveitem e boa viagem para nós!!!

“Quando se pensa em sair do Brasil para o Peru, a maioria logo imagina a aventura de uma  viagem terrestre via Bolívia e mesmo amando esse tipo de coisa, eu sou a favor de ir mesmo de avião, pois no Peru há tanta coisa para se fazer que prefiro chegar logo e circular…em todo caso, para quem optar ir pela Bolívia, recomendo que não deixe de passar também por Puno, cidade na beira do lago Titicaca, mas em território peruano e que tem aquelas ilhas de totora dos índios Uros, que é um passeio imperdível…de lá é possível pegar um trem para Arequipa, a cidade da pedra branca, lindíssima, na costa e que tem entre outras coisas, o Vale do Colca, um canyon fantástico e o Misti, um super vulcão de onde se extrai a tal pedra branca, o “sillar” usado até os dias de hoje na construção e para muitas outras coisas.

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Ou continuar na serra e pegar o trem para Cuzco e lá…nossa, milhares de coisas para fazer…Vale Sagrado dos Incas…”trezentos mil” sítios arqueológicos, museus, igrejas coloniais…e claro…Machu Picchu…porém, aviso…comprem a passagem de trem pela internet www.perurail.com porque é muito concorrido e ao chegar lá podem não encontrar mais vagas, ainda mais no Backpacker, que é o econômico, mas não chega a ser como o da população local…esse é muito mais barato, mas não aconselho…é o famoso parador e diria…bem desconfortável…quando chegarem a Águas Calientes, última parada do trem para Machu Picchu têm que comprar a entrada, que estava ano passado a U$40…puxado…e depois pegar um ônibus (U$14) que sobe a montanha até à cidadela…podem até ir caminhando, mas é um pouco longe e pelo tanto que terão que andar lá nas ruínas…também não aconselho…é muito cansativo…Ah! Não deixem de contratar um guia, que não custa mais de U$30 e podem dividir com outras pessoas que tenham interesse e vale a pena, pois ele levará direto aos principais pontos e as explicações são confiáveis…se pensarem em pernoitar em Águas Calientes, tem um hotelzinho simples, mas limpo…tudo lá é caro…mas, esse sai a U$40 quarto para duas pessoas com banheiro…é o El Parque Lodge…ah! só um detalhe…se forem pagar com cartão de crédito eles vão querer cobrar taxa, mas isso é ilegal, então reclamem, digam que vão se queixar, que rapidinho eles deixam de bancar os engraçadinhos…

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Saindo de lá, é possível ir até Ollantaytambo de trem e conhecer as ruínas que são maravilhosas e depois pegar uma van até Urubamba e depois um ônibus até Pisac…nossa, esse passeio é muito bom, principalmente pela aventura de andar na van e no ônibus super lotado com a população local em seus trajes…é muito bom… eu amei… Em Pisac… outro lugar  fantástico… aí também tem ruínas arqueológicas bem interessantes, mas preparem-se para subir… mas, se estiverem muito cansados, desfrutem pelo menos o mercado de artesanato indígena que acontece nas terças, quintas e domingos e se forem comprar algum souvenir, negociem o preço, porque na maioria das vezes eles baixam…e são coisas lindas.

Sacsayhuamán Bom, também é possível optar por simplesmente voltar direto de Machu Picchu para Cuzco e lá fazer um City Tour (varia de U$10 a U$25 dólares por pessoa), que os levará a todos os pontos mais importantes pré-hispânicos e coloniais, tipo a Catedral, a igreja da Companhia de Jesus, o imperdível Coricancha (Templo do Sol) e vários outros lugares maravilhosos e ainda sítios  arqueológicos nas proximidades de Cuzco, como Sacsayhuamán, Qenko, Pukapukara e Tambomachay e depois fazer o tour de um dia inteiro pelo Vale Sagrado dos Incas, que esse sim, é o tour dos deuses…e vai exatamente para Pisac, Ollantaytambo e Chinchero…margeando o rio Rio Urubamba Urubamba e onde as paisagens são lindíssimas…dá até para ver algumas geleiras eternas…os cumes dos Andes. Agora o mais  importante, caso pensem em ir a vários sítios arqueológicos em algum tipo de tour, se informem sempre sobre o que está incluído no preço, pois muitas vezes as entradas são por fora e nesse caso, compensa adquirir o chamado Boleto Turístico (Av. Sol, 103, pertinho da Plaza de Armas) com validade para 10 dias e que permite entrar em muitos complexos arqueológicos e também museus e monumentos históricos e é infinitamente mais barato…sai a U$24 por pessoa, sendo que a entrada de qualquer sítio ou monumento lá não sai por menos de U$10…logo…é a melhor opção…

Outra dica importante, circular em Cuzco de táxi é muito barato…dentro da cidade nunca, mas nunca paguem mais de S/.3 (menos de U$1)…isso mesmo, porque se pagarem mais estarão sendo roubados…só o trajeto aeroporto/centro sai um pouco mais caro e até bem mais caro, se vocês não conseguirem negociar direito…podem pedir de U$4 a U$10…ou mais…

Quanto a Hotel, eu fiquei no Cahuide www.hotelcahuide-cusco.com na Calle Shapi e paguei U$45 quarto de casal com banheiro privativo e café da manhã incluído…gostei muito do Hotel, mas sei de alunos meus que ficaram em hostel e que também gostaram…é uma questão de procurar e dar sorte, pois tem Hostel de U$20 e também para quarto duplo e tudo mais…não deixem também de experimentar as iguarias da culinária andina, como o Picante de Cuye ou o Chicharrón ou ainda uma Truta…são muitas opções…

Palácio do Governo - Plaza de Armas - LIMA (1) De volta a Lima de onde sairá o vôo para o Brasil…seria interessante ter ao menos três dias para descobrir parte dos encantos limenhos. O centro histórico que é muito bonito, embora o trânsito em volta seja caótico, mas logo a gente se acostuma. Vários museus que eu recomendo, como o Museu da Nação, com uma enorme coleção de artefatos pré-hispânicos, o Museu do Ouro…precioso…e tantos outros. Não deixar de conhecer Miraflores, onde tem um hotelzinho muito bom e com preço melhor ainda, que é o Solis Dies http://www.hotelsolisdies.com com quartos duplos a partir de U$22…muito bom mesmo…pertinho da principal praça de Miraflores, de onde aliás saem os ônibus que fazem City Tour ou que vão para Pachacamac, um sítio arqueológico importantíssimo que fica a 7km ao sul de Lima…enfim, excelente localização…também está perto do Larco Mar, um shopping lindo na beira do Pacífico, que pela vista já vale a visita. É  interessante visitar também o bairro San Isidro, residencial, mas muito bonito e que tem a melhor livraria de Lima, a El Virrey www.elvirrey.com.

Parque de las LeyeAlém disso, uma visita ao Parque de las Leyendas completa a visita a Lima, pois lá se encontra um zoológico fantástico, um jardim botânico e várias Huacas, que são antigos centros cerimoniais pré-hispânicos e muitos foram utilizados até aoParte da Huaca que ajudei a escavar período colonial. Alias, não deixem de ir à  Huaca Pucllana, que fica em Miraflores e onde eu escavei por dois meses em 1992  e que hoje está praticamente toda escavada, linda, monumental e possui até um restaurante (www.resthuacapucllana.com) panorâmico no lugar, que vale por tudo…pelo visual, pelo ambiente e pela comida…muiiiiiiiiiiiiiitttoooooooo boa………

El RocotoAh! Falando em comida…para despedida de Lima…isso não pode faltar de jeito nenhum…o almoço no El Rocoto  www.elrocoto.com.pe …sem comentários…para quem gosta de boa comida e de um belo self service, é simplesmente o melhor restaurante de comida arequipenha de Lima e os preços são bem razoáveis e você come de tudo até não poder mais. Bom apetite, boa viagem e só não esqueçam de guardar U$30 para a tarifa aeroportuária de saída do Peru. No mais…curtam!!!!!!!!!!!!! E pensem em voltar, porque isso é só o começo…”

Por Ana Raquel Portugal

Por Ana Catarina Portugal em 16/01/2009

GetAttachment3Este post foi escrito por uma turista nada amadora: Manoela Zanker. É uma amiga muito querida que conheci num trabalho de “Student Helper” no Ibeu (curso de inglês) a muito tempo atrás. Além de colegas, ficamos amigas. Ninguém melhor do que ela pra falar de Strasbourg (França), pois morou lá quase um ano para estudar. Aproveitem as dicas!!!

“Visitar Strasbourg é como voltar no tempo, mais especificamente, ao período anterior à segunda guerra mundial. Durante a história, esta bela cidade serviu de palco a diversas batalhas, tendo sido anexada à Alemanha e depois reconquistada pela França na década de 40. Por esta razão, não estranhe se em alguns momentos de seu passeio, você GetAttachment6se deparar com casas alemãs, ruas com nomes germânicos e pessoas falando alemão e alsaciano (dialeto da região).

Strasbourg fica localizada na fronteira entre França e Alemanha e banhada pelo Rio Reno, sendo sede de importantes organizações internacionais, como o Parlamento da União Européia, a Corte Européia de Direitos Humanos e o Conselho da Europa. Assim, é possível chegar lá de avião (vôos provenientes de todas as capitais européias), de TGV, vindo de Paris, e de trens oriundos da Alemanha, de Luxemburgo e da Suíça.

A cidade não é grande, sendo, portanto, possível visitar grande parte a pé e de bicicleta (bem fácil de alugar) ou de transporte público: ônibus e tramway (uma espécie de bonde moderno).

GetAttachment1 Recomendo começar pelo Centro da cidade (île-de-Strasbourg): Visite a Cathedral de Notre Dame de Strasbourg, uma das mais belas que já vi: em estilo gótico, tem apenas uma torre e dentro você encontra um enorme relógio astronômico composto por miniaturas de soldados e personagens medievais que de hora em hora alternam sua posição. Na primavera e no verão, é possível visitar a Torre da Catedral e ter uma das melhores vistas da cidade. Ao redor da Catedral, nos finais de semana, há sempre músicos na rua o que torna o passeio ainda mais agradável.

Vale visitar também o Palácio Rohan, construído no século XVII atualmente sede de três importantes museus da cidade: Museu Arqueológico, Museu de Artes Decorativas e Museus de Belas Artes.

Bem perto dali, encontra-se a Place Guthemberg com um charmoso carrossel, e a Place Kleberpontes, a principal da cidade, onde fica a Galerie Lafayette e, na época de festas, um lindo pinheiro, que é palco das principais manifestações locais. Já a Place Broglie sedia a Opera Nacional do Reno e uma das melhores feiras do Marché de Noel (maior Feira de Natal da França).

Um dos lugares mais encantadores de Strasbourg é o bairro Petite France, que apesar do nome, possui arquitetura predominante germânica, sendo tomado por casinhas alemãs. O bairro é dividido por diversos canais que levam a um antigo forte e a uma ponte coberta (do século XIII), de onde se tem uma vista privilegiada do lugar. A área é repleta de restaurantes típicos e de lojinhas de souvenir.

GetAttachmentGetAttachment8Fora da île-de-Strasbourg, temos a Place de la Republique que é o ponto de ligação entre as parte antiga e nova da cidade e é cercada pela belíssima Biblioteca Nacional Universitária (BNU), o Teatro Nacional do Reno (antigo Parlamento da Alsácia-Lorena), o Palácio do Reno e a Prefeitura. No centro da praça, há um monumento em homenagem aos mortos (A nos morts), cuja escultura representa a mãe Strasbourg com seus dois filhos feridos na guerra: França e Alemanha.

GetAttachment4Na parte norte da cidade, a mais nobre, o parque da Orangerie é perfeito para piqueniques e caminhadas. Lá é possível avistar cegonhas, ave símbolo da cidade, e visitar o zoológico, que fica no próprio parque e não cobra entrada. Em cinco minutos a pé, chega-se ao “quartier” das organizações internacionais com o Conselho da Europa (1949), Parlamento da União Européia e a Corte Européia de Direitos Humanos. Nos dias de semana, é possível agendar uma visita guiada.

Os pratos típicos da região são o famoso choucroute e a tarte famblée, espécie de pizza de massa fina, sem molho de tomate, mas com delicioso molho de queijo. À noite, há diversos bares no centro da cidade onde é possível comer esses pratos acompanhados com vinho branco de região. Como sugestão, recomendo os seguintes restaurantes: Les Brasseurs e Ancienne Douane.

Para os brasileiros que moram na Europa, vale jantar no Restaurante Rios que serve uma deliciosa comida brasileira.

Nos arredores de Strasbourg, recomendo visitar os magníficos vinhedos e caves da região, o parque de Diversões Europa Parque e a pequena Kehl, cidade que faz fronteira com Strasbourg, na Alemanha, bastando apenas atravessar a Ponte da Europa sobre o Rio Reno.

A melhor época para visitar é a primavera (abril/maio), pois o clima começa a ficar agradável e os jardins estão repletos de flores.”

Por Manoela Zanker

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Outras dicas sobre esta linda cidade francesa você também encontrará aqui. Boa viagem!!!

 

Por Ana Catarina Portugal em 01/12/2008

GetAttachment Aqui vai mais uma dica de viagem, desta vez mandada pelo meu primo querido: João Pedro Portugal, também muito viajado e que agora está passando uma temporada na Romênia, terra do Conde Drácula. Aí vai:

“A maneira mais simples de chegar a esta região é através do comboio da Compania Natională de Căi de Ferate – CRF – cerca de 447km em seis horas por 20€ desde Bucuresti, a capital romena. É possível também chegar de avião, por pouco mais de uma hora, pela TAROM, por cerca de 130€, mas o gozo da paisagem perde-se pelo caminho…

GetAttachment4 Suceava é a cidade capital da Bucovina. Como grande parte das cidades romenas, desenvolve-se principalmente ao longo da estrada nacional, transformada numa imensa avenida. Os edifícios são escuros e degradados, quase todos construídos ainda do tempo de Ceaucescu, que numa tentativa de modernização da cidade mandou demolir grande parte dos edifícios antigos.

Escaparam algumas das belas igrejas e mosteiros ortodoxos que pontilham toda a cidade e que são visita obrigatória, como o Mănăstirea Sf. Ioan cel Nou e a sua basílica, a Biserica Sf. Gheorghe din Mirauti, Biserica Sf. Dumitru ou o Mănăstirea Zamca, entre outras. Desde há dois anos a cidade tem recebido fortes investimentos privados que a vão dotando de modernos edifícios habitacionais e dois centros comerciais, Shopping City Suceava e o Iulius Mall Suceava, onde se podem encontrar as modernas marcas mundiais. Tradicionalmente, como toda a Roménia, os habitantes ainda fazem as suas compras no bazar: enorme, caminhos estreitos e apinhados, sortido com tudo, mesmo – um passeio a não perder.

Junto com a Cetatea de Scaun (ou a Cidadela do Trono), cujas ruínas proporcionam fantásticas vistas sobre a cidade e mesmo com os Muzeul Satului Bucovinean e o Muzeul de Etnografie Hanul Domnesc, óptimos museu etnográficos da região, todos estes antigos edifícios nos transportam ao tempo de Stefan Cel Mare şi Sfânt (Estêvão o Grande e Santo), que viveu no séc. XV, canonizado pela Igreja Ortodoxa Romena e considerado como o maior romeno de todos os tempos, e que é invocado em cada rua, em cada igreja por toda a região.

O autocarro é um meio de transporte económico a considerar dentro da cidade, apesar o aspecto decrépito de alguns deles.

Mas Suceava tem que ser apenas um ponto de partida. O melhor será alugar um automóvel e partir à descoberta desta região de paisagens verdes e amplas, que lhe valeram o apelido de “a Suíça romena”.

Nas estradas é comum encontrar as típicas barcaças de quatro rodas puxadas a cavalo, sempre carregadas com madeira, areia, ferro velho, palha (quase tudo), e nas povoações não raro se encontram os típicos aldeãos de gorro de pele de ovelha enterrado até às orelhas e de pesada samarra de lã, ou as garridas ciganas de saiões muito coloridos e tranças compridas. Os campos são roliços e muito amplos, com plantações de cereais até perder de vista, bordejados lá muito atrás pelas famosas florestas de faia que deram o nome a esta região.

Para a descobrir, cumpra-se o circuito dos mosteiros pintados da Bucovina: Modovita, Voronet, Humor, Arbore, Patrauti e Probota, inscritos na lista do Património da Humanidade da UNESCO, entre outros que por si só merecem uma visita prolongada pela magnificência das suas pinturas interiores e exteriores, e devem servir de guia para percorrer a região.

Em Suceava, onde aconselho a regressar ao final de cada dia de passeio, pode procurar alojamento no Hotel Bucovina Severin (dez andares de quartos, de luxo durante o regime comunista, mas actualmente bastante decaídos) por cerca de 25€ por quarto duplo, incluindo um bom pequeno-almoço. O hotel tem restaurante, mas aproveite para conhecer o Latino ou o La Fitze, onde encontra os pratos da gastronomia bucoviana e as populares pastas e pizzas italianas. À noite, após um copo na disco Arena Club, é altura de retemperar forças de modo a começar o passeio do dia seguinte bem cedo, pois por aqui os dias são muito curtos.”

Por João Pedro Nogueira Portugal

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Por Ana Catarina Portugal em 06/11/2008

Coimbra - Aqui vai um post escrito pelo meu marido em seu blog Diário do Professor. Mais um turista no mundo, com suas impressões, neste caso, o sistema de transportes públicos em Portugal versus o do Brasil (mais especificamente o do RJ).

“Estou agora em Portugal, mais precisamente em Coimbra. Cheguei a Portugal pelo aeroporto do Porto. Lá dentro mesmo peguei um metrô. Veja: no aeroporto peguei um metrô! Ô caramba! Integração! Metrô no aeroporto… só Brasil que não tem.

Você compra um ticket na máquina e, dependendo de quanto paga, tem X horas para andar. Ouça o que te direi: não tem roleta! Não tem roleta! Não tem roleta! Você compra também um cartão que tem que validar antes de entrar. Senão, 85 euros de multa. Sem jeitinho brasileiro.

Detalhe: a passagem que comprei dá pra 1:15h também nos autocarros (ônibus)! Integração!

Da estação do metrô direto para estação do combóio (trem). Ãhn? Do aeroporto direto pro metrô e do metrô direto pro trem??? É gajo, integração! Fui pra Coimbra. Trem de uma cidade a outra? Esses europeus são uns malucos!!!

Na viagem sabe o que eu percebo? Pouco cimento! Sim, pouco cimento nos quintais das casas. Os quintais têm hortas. Todos têm um pedaço com couve, outro com árvores frutíferas, outro com nabos. Até mesmo em Coimbra, cidade, urbano, nas áreas dos apartamentos térreos você vê árvores e mais árvores carregadas de frutas. Até mesmo nas ruas.

Pena que no Brasil tenhamos pouca terra, poucas árvores frutíferas, pouco sol e pouca chuva… senão, já imaginou? Ao invés de metermos cimento nos quintais, poderíamos plantar!!!

Pra terminar minhas primeiras impressões, os ônibus (ou autocarros) de Coimbra. Sim senhores e senhoras… ônibus! Não aquilo que temos espalhados pelas cidades do Brasil. Pense no melhor ônibus que há por aí. Aqui o sistema é melhor.

Comecemos por onde…? Passagem. A passagem custa 1,50 euros, mas se você pagar ao motorista. Se compra um cartão com 11 passagens, paga 6 euros. Ou seja, sai a 55 centavos! Desconto se você paga muitas de uma vez, entende o que é isso?

No famigerado Rio de Janeiro, o excelentíssimo governador lançou com estardalhaço um cartão que custa 40 reais. A passagem do Rio custa 2 reais. Sabe pra quantas passagens dá o cartão? Vinte! Ãhn, você me pergunta… vinte? Quer dizer que nós pagamos ao empresário 40 reais adiantados, em dinheiro, e não recebemos nenhum desconto? Bingo! Estás me acompanhando? 

coimbra-28-12-07 E vejam isto, caboclos: o ônibus é bem baixo. No Brasil é a uns 60 centímetros do chão, obrigando algumas pessoas a entrar com extrema dificuldade, até mesmo de joelhos, como eu já vi. Sabe por quê? Porque no Brasil eles são feitos em eixo de caminhão! É mole? E por aqui, quando ele pára pras pessoas descerem ou subirem, ele abaixa, ficando rente ao chão. Ãhn, abaixa? Sim, amigues, abaixa. E todos – todos – têm lugar pra cadeiras de rodas; alguns com rampa. Cidadania? Respeito? Sei lá, podes chamar do que quiseres.

coimbra-27-12-07-1 E, repetindo, aqui não tem roleta. Os lugares não têm roletas; nem nos ônibus, nem no metro que eu disse que peguei antes. Você entra, paga – ou mete na máquina o seu cartão – e entra. Pronto. O motorista te viu fazer isso. Pra quê roleta? Pra controlar o rico dinheirinho do empresário? Ou porque são todos safados no Brasil, uns querendo roubar os outros e ninguém respeitaria? Você escolhe.

Pra terminar: os ônibus aqui têm horários certos pra passar! Sabe aquelas linhas que rodam pela cidade? Aquelas que podem chegar ao ponto onde você está em 1 minuto ou mesmo em 1 hora? Aqui têm horários certos. Nos pontos de ônibus existem placas com os horários que eles saem dos pontos de partida, e você pode calcular quando vão passar. E alguns ainda têm painéis eletrônicas dizendo quanto tempo falta para tal e tal linha passar por ali. E sabe o que acontece? Não? Adivinha… Sim senhoras e senhores: eles passam! Certinho! Pasmem.”