A conversa alegre

Por Declev Dib-Ferreira em 09/07/2010

Vinham conversando alegremente pela calçada. Assuntos vários, dentre eles, futebol.

O riso tornou-se seriedade no rosto de um deles, ao avistar grupo de crianças maltrapilhas, à frente, que cheiravam cola, deitados na calçada.

- Hiii, olha lá… mostrou aos outros.

Todos pararam de rir ao mesmo tempo, passando a andar sérios e de cara amarrada.

Um deles fez sinal para atravessarem a rua, passando à outra calçada, no que foi seguido por todos.

Passaram em silêncio, olhando de rabo de olho. As crianças nem se afetaram, viajando por outros mundos.

- Coisa horrível, deprimente – comentou uma das meninas.

- Onde é que vamos parar? – concordou um dos amigos.

E foram conversamdo alegremente pela calçada. Assuntos vários, dentre eles, futebol.

Declev Reynier Dib-Ferreira

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paixão.com

Por Declev Dib-Ferreira em 15/12/2009

Chegou em casa entrou correndo jogou as coisas em cima do sofá e ligou o computador.

Enquanto a máquina “inicializava” foi à cozinha, enbcheu a caneca com o café de ontem que estava na cafeteira e o esquentou no microondas.

Sentou ansioso em frente à tela, com o coração disparado na expectativa de que ela estivesse disponível.

Ainda não.

Frustrado, enviou mensagem dizendo que a esperava e foi comer algo, após aumentar o volume do computador, para ouvir o sinal sonoro de resposta à sua mensagem.

Ouviu. Alguém entrou.

Largou o que estava fazendo na cozinha e correu para sua cadeira cativa.

Era o João, que o viu disponível e chamou para uma conversa.

Ignorou-o e foi terminar de comer o sanduíche. Pão, queijo e umas últimas rodelas de tomate.

Olhou o relógio na parede acima da geladeira e já se passaram seis minutos do horário costumeiro.

A casa continuava por varrer e na máquina de roupa já não cabia uma peça.

Quando pensou em jogar no lixo o arroz da panela que estava há três dias em cima do fogão, opuviu novo sinal sonoro de uma pessoa o chamdno em alguma parte do mundo.

Poderia ser outro o chamando à conversa, pensou; mas em milésimos de segundos este pensamento foi substituído pela perspectiva de agora ser ela.

Correu.

E era.

“Olá, que saudade! Eu estava ansioso, você demorou”, escreveu ele.

“Engarrafamento :( “, respondeu ela.

“Como foi seu dia?”

“O mesmo de sempre, pensando em você”.

“Eu também…”

Seis horas e meia depois, ele escrerve a frase final: “Tchau, até amanhã, eu te amo <0>”

Tomou um banho rápido e foi deitar pensando em como seria o rosto daquela que ele ama tanto…

Declev Reynier Dib-Ferreira

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Invasão

Por Declev Dib-Ferreira em 20/09/2009

Bati na porta e esperei

Como não respondestes,

Entrei;

Como estava vazio lá dentro

Resolvi lotar

Com a minha presença

Sua sala de estar;

Com a fome que estava

Eu não me continha

Diversas vezes

Usei sua cozinha;

Quando vi que

Como eu a ti

Você também me ama

Ao dares por si

Eu já estava em sua cama.

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Florianópolis à noite

Por Declev Dib-Ferreira em 27/08/2009

Florianópolis - 13 03 09 (67)Florianópolis - 13 03 09 (70)Florianópolis - 13 03 09 (71)Florianópolis - 13 03 09 (72)Florianópolis - 13 03 09 (73)Florianópolis - 13 03 09 (75)Florianópolis - 13 03 09 (76)Florianópolis - 13 03 09 (77)Florianópolis - 13 03 09 (78)Florianópolis - 13 03 09 (79)Florianópolis - 13 03 09 (82)Florianópolis - 13 03 09 (89)

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Tantos

18/10/2007 – 17:36

Sou tantos, tantos, tantos Que me multiplico E me perco por aí...

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