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	<title>Hebdomadário Cultural &#187; Mensagens</title>
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	<description>Unindo minha cara de pau com serviço cultural</description>
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		<title>Agradecimento</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Sep 2011 22:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias prosas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Agradecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estrelas]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucas pessoas têm a oportunidade
De estarem aqui, como eu
Observando o firmamento, as estrelas
E uma chuva de meteoros
Às quatro e meia da madrugada
De um dia de semana.

(...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>AGRADECIMENTO</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Poucas pessoas têm a oportunidade<br />
De estarem aqui, como eu<br />
Observando o firmamento, as estrelas<br />
E uma chuva de meteoros<br />
Às quatro e meia da madrugada<br />
De um dia de semana.</p>
<p>Muito obrigado meu Deus<br />
Por estas estrelas,<br />
Por este espetáculo de meteoros;<br />
Por esta vida.</p>
<p>Porque sentimos tanto medo?<br />
Porque as pessoas não podem ser boas?<br />
Porque não são felizes?</p>
<p>Haverá o dia em que as pessoas mudarão,<br />
Mudando de figura esta terra que habitamos.<br />
As pessoas serão boas<br />
Haverá fraternidade, bondade, compaixão,<br />
Beleza, natureza, igualdade.</p>
<p>Não haverá a quem fazer caridade<br />
Pois todos serão iguais.</p>
<p>Não haverá medo.</p>
<p>Até esse medo da morte vai acabar.<br />
Pois esta será bem compreendida<br />
Haverá a compreensão desta passagem<br />
De uma dimensão à outra<br />
E vice-versa.</p>
<p>A comunicação com os “mortos”<br />
Será fácil<br />
Será corriqueira.</p>
<p>A morte não será mais, para as pessoas,<br />
Um aniquilamento da vida<br />
- Desta mesma vida que nós nos fazemos sofrer,<br />
Mas que temos medo que acabe –</p>
<p>As famílias serão unidas<br />
E felizes.<br />
Os amigos não trairão.<br />
O dinheiro não exercerá<br />
O deslumbramento que exerce.</p>
<p>Haverá o dia<br />
Em que tudo isso acontecerá<br />
Aqui na terra.</p>
<p>E eu estarei aqui para ver.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Anti-Receita</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/27/anti-receita/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 17:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias prosas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Arma]]></category>
		<category><![CDATA[Receita]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Pega-se um pouquinho de ferro derretido
Coloca-se em algumas forminhas,
Faz-se as peças.

(...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>ANTI-RECEITA</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Pega-se um pouquinho de ferro derretido<br />
Coloca-se em algumas forminhas,<br />
Faz-se as peças.<span id="more-350"></span></p>
<p>Encaixa-se e fixa-se uma pecinha na outra,<br />
Dá-se uma lustradinha,<br />
Tem-se uma arma.</p>
<p>Pega-se um tubinho de metal<br />
Coloca-se pólvora dentro<br />
Fecha-se com uma pontinha de chumbo,<br />
Tem-se uma bala.</p>
<p>Enfia-se a bala na arma<br />
Puxa-se o gatilho,<br />
Foi-se uma vida.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Todos</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/26/todos/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 03:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Todos]]></category>

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		<description><![CDATA[Índio
Negro
Branco
Mulato
Mameluco

(...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>TODOS</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong> Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Índio<br />
Negro<br />
Branco<br />
Mulato<br />
Mameluco<span id="more-341"></span></p>
<p>Amarelo<br />
Muito branco<br />
Muito negro<br />
Cabeludo</p>
<p>Pé chato<br />
Perna fina<br />
Olho torto<br />
Barrigudo</p>
<p>Musculoso<br />
Bem franzino<br />
Barba branca<br />
Narigudo</p>
<p>Não importa<br />
Cor<br />
Nem tamanho</p>
<p>Seja<br />
Inteligente<br />
Ou cabeçudo</p>
<p>Respeito o próximo<br />
Mesmo sendo<br />
Diferente em tudo</p>
<p>Só assim nós faremos<br />
O amor<br />
Crescer no mundo</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rabo</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/24/rabo/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 20:39:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Rabo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossa, mas que rabo enorme!
Cara, que verruga cabeluda!
Putz, que cabelo duro!
Êpa, como é grande o seu nariz!

(...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>RABO</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier </strong></em></p>
<p>Você diz a toda hora:</p>
<p>Nossa, mas que rabo enorme!<br />
Cara, que verruga cabeluda!<br />
Putz, que cabelo duro!<br />
Êpa, como é grande o seu nariz!</p>
<p>Se eu fosse você<br />
Compraria um espelhinho</p>
<p>Talvez assim se preocupasse apenas<br />
Com seu rabo, sua bunda<br />
Seu cabelo e seu focinho!!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Mutação</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/22/mutacao/</link>
		<comments>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/22/mutacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 02:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Mutação]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem me dera ocorresse uma catástrofe benéfica
Uma guerra que produzisse efeitos mutantes no ser humano
E nossa raça se visse, palas próprias mãos
Impedida de se reproduzir com seus semelhantes

(...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>MUTAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier </strong></em></p>
<p>Quem me dera ocorresse uma catástrofe benéfica<br />
Uma guerra que produzisse efeitos mutantes no ser humano<br />
E nossa raça se visse, palas próprias mãos<br />
Impedida de se reproduzir com seus semelhantes</p>
<p>Quem me dera o ser humano tivesse<br />
Que optar em reproduzir com animais<br />
Apenas pela necessidade<br />
De perpetuar sua existência</p>
<p>Alguns escolheria o cachorro, e seus filhos,<br />
Fossem fisicamente como fossem<br />
Herdariam a lealdade e a sinceridade dos cães</p>
<p>Outros, nadando pelas águas, cruzariam com golfinhos<br />
E seus filhos teriam um sincero sorriso no rosto<br />
Herdando a bondade e benevolência que nos faltam</p>
<p>Os filhos de quem escolhesse os cavalos seriam felizes<br />
Pois gostariam do trabalho<br />
Seriam mais amigos uns dos outros<br />
Amando a natureza e a liberdade</p>
<p>E alegres seriam nossos filhos com macacos<br />
Com sua espontaneidade e esperteza<br />
Sabendo saborear o que nos dá a natureza</p>
<p>E, mesmo dentucinhos,<br />
Alegres seriam também os cruzamentos com esquilos<br />
Sabendo dar valor ao alimento<br />
Guardando apenas o que é de seu sustento</p>
<p>Os filhos de humanos com cobras<br />
Seriam bem menos maliciosos e traiçoeiros<br />
Visto que elas só usam seu veneno e astúcia<br />
Para caçar seu alimento</p>
<p>Ah, me alegro só de pensar em nossos filhos com as araras<br />
Que cores lindas teríamos</p>
<p>E mais: também herdaríamos sua fidelidade,<br />
Sua vida conjugal à dois,<br />
O amor das araras.<br />
O amor.</p>
<p>Herdaríamos o amor dos bichos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As máquinas e o ser humano</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/19/as-maquinas-e-o-ser-humano/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 15:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Máquinas]]></category>
		<category><![CDATA[Ser humano]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Antigamente o ser humano fazia tudo.

Ele produzia sua comida, suas roupas, seus abrigos. Até há pouco tempo era assim. Tínhamos que fazer todas as contas, arrumar centenas de gavetas e papeladas, fazer quase tudo manualmente.

Agora as coisas estão mudadas. As máquinas já fazem quase de tudo.

(...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center"><strong><span style="text-decoration: underline">AS MÁQUINAS E O HOMEM</span></strong></p>
<p align="center">
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Antigamente o ser humano fazia tudo.</p>
<p>Ele produzia sua comida, suas roupas, seus abrigos. Até há pouco tempo era assim. Tínhamos que fazer todas as contas, arrumar centenas de gavetas e papeladas, fazer quase tudo manualmente.</p>
<p>Agora as coisas estão mudadas. As máquinas já fazem quase de tudo.<span id="more-316"></span></p>
<p>Toneladas de papéis cheios de dados complicados são substituídas agora por um pedacinho da memória de um computador.</p>
<p>Cálculos dificílimos, que poderiam levar dias para serem resolvidos são agora feitos em questões de minutos ou segundos por um computador.</p>
<p>Trabalhos pesados ou enfadonhos, que consumiriam dezenas de trabalhadores são agora feitos por meia dúzia de máquinas.</p>
<p>Outros trabalhos super delicados, que precisariam de uma sutileza impossível ao homem, são realizados agora por máquinas simples.</p>
<p>Operações bancárias de milhares de clientes, para as quais necessitavam-se de muitos e muitos empregados, são feitas agora até de dentro de casa.</p>
<p>Mensagens ao outro lado do mundo, que eram tão complicadas e demoradas podem ser feitas agora em segundos.</p>
<p>Computadores, linhas de montagem, eletrodomésticos, medicina, odontologia, ciência, escritórios, transportes, comunicações, tudo, tudo, tudo ficou tão mais rápido, tão mais eficientes com as máquinas que quase não se precisa mais do trabalho humano.</p>
<p>Tudo ficou tão mais rápido, tão mais simples&#8230; mas, mesmo assim, temos cada vez tem menos tempo para viver.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Espelho</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/14/espelho/</link>
		<comments>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/14/espelho/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 23:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Vidraça]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele grudou o nariz e a testa no vidro
Olhou fixadamente cada peça exposta
Seus olhos brilharam com o brilho que vinha lá de dentro

(...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>ESPELHO</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Ele grudou o nariz e a testa no vidro<br />
Olhou fixadamente cada peça exposta<br />
Seus olhos brilharam com o brilho que vinha lá de dentro<span id="more-295"></span><br />
Seus olhos refletiam como um espelho<br />
Por um momento sonhou<br />
Com ele, a mãe e os irmãos usando tudo aquilo<br />
Depois desgrudou o nariz e a testa do vidro<br />
E continuou a vender os amendoins.<br />
Mas seus olhos continuaram brilhando<br />
E refletindo como um espelho.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bode Pode</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2011/08/13/bode-pode/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 22:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>

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		<description><![CDATA[Vai meu filho, vai 
Vai comer as garotinhas 
Vai mostrar que você é homem 

(...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center"><strong>BODE PODE</strong></p>
<p style="text-align: right" align="right"><strong><em>Declev Reynier</em></strong></p>
<p style="text-align: left">Vai meu filho, vai<br />
Vai comer as garotinhas<br />
Vai mostrar que você é homem <span id="more-289"></span>E não me decepcione<br />
Se uma delas engravidar<br />
Não tem problema,<br />
Nós mandamos abortar<br />
Ah, esse é o meu galinho<br />
Cabra macho, sim senhor<br />
Desde bem pequenininho<br />
Já brincava de doutor<br />
Afinal, para que serve o “bilinblau”?<br />
Mas, agora, minha filhinha<br />
É uma santa, não galinha<br />
Namorado, só em casa<br />
De mãos dadas e mais nada<br />
Se for sair, não adianta<br />
Só com o irmão<br />
Eu já disse: ela é santa!<br />
Dez horas tem que estar de volta<br />
&#8220;É muito cedo pai!”<br />
Mas não importa<br />
Filha minha virgem casa<br />
Lava, passa, cozinha<br />
E arruma toda a casa<br />
Mesmo se marido não encontrar<br />
Só sendo virgem<br />
Para na minha casa morar<br />
Mulher sem a pelinha,<br />
Como pode?<br />
Eu prendo a ovelhinha,<br />
Mas solto o meu bode!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A conversa alegre</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2010/07/09/a-conversa-alegre/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 23:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Absurdos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Mini-contos]]></category>

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		<description><![CDATA[Vinham conversando alegremente pela calçada. Assuntos vários, dentre eles, futebol.

O riso tornou-se seriedade no rosto de um deles, ao avistar grupo de crianças maltrapilhas, à frente, que cheiravam cola, deitados na calçada.

(...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>A CONVERSA ALEGRE</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Vinham conversando alegremente pela calçada. Assuntos vários, dentre eles, futebol.</p>
<p>O riso tornou-se seriedade no rosto de um deles, ao avistar grupo de crianças maltrapilhas, à frente, que cheiravam cola, deitados na calçada.</p>
<p><span id="more-189"></span>- Hiii, olha lá… mostrou aos outros.</p>
<p>Todos pararam de rir ao mesmo tempo, passando a andar sérios e de cara amarrada.</p>
<p>Um deles fez sinal para atravessarem a rua, passando à outra calçada, no que foi seguido por todos.</p>
<p>Passaram em silêncio, olhando de rabo de olho. As crianças nem se afetaram, viajando por outros mundos.</p>
<p>- Coisa horrível, deprimente – comentou uma das meninas.</p>
<p>- Onde é que vamos parar? &#8211; concordou um dos amigos.</p>
<p>E foram conversamdo alegremente pela calçada. Assuntos vários, dentre eles, futebol.</p>
<p>Declev Reynier Dib-Ferreira</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Felizes são os atores&#8230;</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2008/03/27/felizes-sao-os-atores/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 13:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Atores]]></category>

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		<description><![CDATA[Felizes são os atores

Que podem tirar de si

De dentro

Do fundo

Tudo o que lhes oprime

(...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>FELIZES SÃO OS ATORES&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Felizes são os atores</p>
<p>Que podem tirar de si</p>
<p>De dentro</p>
<p>Do fundo</p>
<p>Tudo o que lhes oprime</p>
<p>Podem ser o mundo</p>
<p>Chorar as dores de seu peito</p>
<p>E dizer que é de outro</p>
<p>Cuspir sua raiva</p>
<p>E dizer que é de outro</p>
<p>Podem ser tantos, tantos e tantos</p>
<p>Sem serem tachados</p>
<p>De loucos</p>
<p>Podem ser loucos</p>
<p>E nunca o serão.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogjunto.com/hebdomadario/2008/03/27/felizes-sao-os-atores/feed/</wfw:commentRss>
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