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	<title>Hebdomadário Cultural &#187; Escritos</title>
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	<description>Unindo minha cara de pau com serviço cultural</description>
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		<title>Felizes são os atores&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 13:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Atores]]></category>

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		<description><![CDATA[Felizes são os atores

Que podem tirar de si

De dentro

Do fundo

Tudo o que lhes oprime

(...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>FELIZES SÃO OS ATORES&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: right"><em><strong>Declev Reynier</strong></em></p>
<p>Felizes são os atores</p>
<p>Que podem tirar de si</p>
<p>De dentro</p>
<p>Do fundo</p>
<p>Tudo o que lhes oprime</p>
<p>Podem ser o mundo</p>
<p>Chorar as dores de seu peito</p>
<p>E dizer que é de outro</p>
<p>Cuspir sua raiva</p>
<p>E dizer que é de outro</p>
<p>Podem ser tantos, tantos e tantos</p>
<p>Sem serem tachados</p>
<p>De loucos</p>
<p>Podem ser loucos</p>
<p>E nunca o serão.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cativar</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 00:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[Cativas, mas Cativar Não é pôr Em cativeiro;      Cativas, mas      Cativar      Não se compra      Com dinheiro; Cativas, pois Cativar É um verbo Por inteiro;      Cativas, mas      Cativar      É devagar      E sorrateiro; Cativas, pois Cativar É reconhecer Pelo cheiro;      Cativas, pois      Cativar      É amor      Verdadeiro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cativas, mas<br />
Cativar<br />
Não é pôr<br />
Em cativeiro;<br />
     Cativas, mas<br />
     Cativar<br />
     Não se compra<br />
     Com dinheiro;<br />
Cativas, pois<br />
Cativar<br />
É um verbo<br />
Por inteiro;<br />
     Cativas, mas<br />
     Cativar<br />
     É devagar<br />
     E sorrateiro;<br />
Cativas, pois<br />
Cativar<br />
É reconhecer<br />
Pelo cheiro;<br />
     Cativas, pois<br />
     Cativar<br />
     É amor<br />
     Verdadeiro.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Na mesma linha:</strong></p>
<p>a) <a target="_blank" href="http://chavedapoesia.blogspot.com/2007/10/cativando-sylvia-cohin-fernando-peixoto.html#links">Cativando </a>- Silvia Cohin e Fernando Peixoto</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Amor!</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2007/10/31/amor/</link>
		<comments>http://blogjunto.com/hebdomadario/2007/10/31/amor/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 01:48:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eros]]></category>
		<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguma coisa despertou Em meu coração de gelo Algo que agora o esquentou E periga derretê-lo Que nome que isso tem? Amor? Quem poderá me responder? Só sei que agora sinto dor E sem isso não sei viver Faço desse sentimento Da minha vida o alimento Que me dá forças pra esperar O tão esperado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguma coisa despertou<br />
Em meu coração de gelo<br />
Algo que agora o esquentou<br />
E periga derretê-lo</p>
<p>Que nome que isso tem? Amor?<br />
Quem poderá me responder?<br />
Só sei que agora sinto dor<br />
E sem isso não sei viver</p>
<p>Faço desse sentimento<br />
Da minha vida o alimento<br />
Que me dá forças pra esperar</p>
<p>O tão esperado momento<br />
De acabar meu sofrimento<br />
Na hora que você voltar</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Na mesma linha: <a target="_blank" href="http://calidoscopiopoetico.blogspot.com/2007/08/odes-ao-amor.html">http://calidoscopiopoetico.blogspot.com/2007/08/odes-ao-amor.html</a></p>
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		<title>O menino de rua</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2007/10/28/o-menino-de-rua/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 15:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[Estavam voltando do restaurante, satisfeitos. Antes de chegarem ao carro avistaram a cena chocante, que deixou os dois aflitos. – &#8220;Olha Mário, coitado&#8230;&#8221; – disse a esposa. – &#8220;Oh&#8230;, você sabe que não consigo ver essas coisas Sandra!&#8221; – os olhos dele logo lacrimejaram. Ficaram por alguns instantes parados, observando aquele triste quadro urbano. – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estavam voltando do restaurante, satisfeitos. Antes de chegarem ao carro avistaram a cena chocante, que deixou os dois aflitos. – &#8220;Olha Mário, coitado&#8230;&#8221; – disse a esposa. – &#8220;Oh&#8230;, você sabe que não consigo ver essas coisas Sandra!&#8221; – os olhos dele logo lacrimejaram. Ficaram por alguns instantes parados, observando aquele triste quadro urbano.</p>
<p><span id="more-65"></span></p>
<p>– O que vamos fazer? – ela perguntou.</p>
<p>– Eu não sei&#8230; me sinto tão impotente. E isso está se tornando cada vez mais normal!! – demonstrou raiva pelo que via, mas deu sinais de seguir adiante, começando a dar tímidos passos na direção do carro. Ela abaixou a cabeça e o acompanhou. Ele pôs a mão no bolso buscando a chave. Ela segura seu braço, o olha nos olhos e diz:</p>
<p>– Mas temos que fazer algo, alguém tem que fazer! Não podemos deixar que isso se torne uma coisa normal!</p>
<p>– Talvez você tenha razão&#8230; – cambaleou o marido.</p>
<p>– Sim! Uma cena como esta é hoje tão corriqueira, que muitas das vezes desviamos nosso caminho, mudamos de calçada e seguimos em frente, como se nada estivesse acontecendo!!</p>
<p>– Mas somos tão pequenos&#8230; – argumentou.</p>
<p>– Mas podemos fazer algo. Se cada um fizer um pouco, podemos melhorar a situação destas criaturas.</p>
<p>– Ora Sandra, de que adiantaria? São tantos!</p>
<p>– Sim, são muitos, mas podemos fazer a diferença para alguns, se não nos deixarmos simplesmente seguir adiante virando o rosto ou fechando os olhos. E se cada um que tenha condições fizer o mesmo, se todos seguirem o mesmo caminho, em um esforço conjunto faremos a diferença!</p>
<p>– Talvez você tenha razão&#8230;</p>
<p>– Sim, Tenho! – anteviu nos olhos do marido a possibilidade de fazerem algo naquele momento.</p>
<p>– E então, o que podemos fazer, o que você sugere?</p>
<p>– Vamos adotá-lo! – falou a esposa, com um sorriso tímido nos lábios.</p>
<p>– Mas Sandra, já temos tantas coisas, tantos compromissos&#8230; e não é nossa obrigação, podemos ajudar de outras formas&#8230;</p>
<p>– Não é nossa obrigação, mas temos uma obrigação moral. Temos que fazer algo, Mário, veja a situação dele&#8230;</p>
<p>– Pode ser&#8230; – observou a cena com mais detalhes, o que o comoveu ainda mais.</p>
<p>– Vamos Mário&#8230; diz que sim, vai&#8230; – fez aquele rosto infalível de quando pede algo&#8230;</p>
<p>– Está certo! Vamos adotá-lo!!</p>
<p>Ela pulou de alegria, beijou-lhe o rosto e foi em direção ao garoto que dormia. Se abaixou e pegou o filhotinho de cachorro com todo o carinho.</p>
<p>– Ei, ele é meu! – disse o menino, acordando assustado, saindo de baixo dos jornais.</p>
<p>Ela o olha com incredulidade. – &#8220;Mas você está aí, todo sujo, com esses panos imundos, esses papelões velhos&#8230; como vai criá-lo?&#8221; – argumenta.</p>
<p>– Ele vive comigo, na rua&#8230; – responde o menino, incerto em suas palavras.</p>
<p>– Então! Nós poderemos dar a ele uma vida melhor – disse a esposa –, temos uma casa com quintal, piscina, outros animaizinhos para ele brincar, poderemos dar a melhor ração&#8230; o que você acha?</p>
<p>O garoto pensou por alguns instantes e perguntou: &#8220;Ele vai ser feliz?&#8221;</p>
<p>– Claro que vai! – responde ela.</p>
<p>– Então pode levar&#8230;</p>
<p>Ela foi em direção ao marido, feliz, beijando o cachorrinho, que abanava o rabo. O garoto voltou a dormir, enxugando a lágrima que escorria dos olhos.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Na mesma linha: <a target="_blank" href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/2007/11/os-olhos-do-mendigo.html">http://poemasdeandreluis.blogspot.com/2007/11/os-olhos-do-mendigo.html</a></p>
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		<title>Cuméquié?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 11:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[O casal parou em frente à loja de perfumes; uma vendedora estendeu o pé, e lhes entregou uma fita com o odor de um perfume. A mulher do casal olhou-a com a boca &#8211; aberta -, agradeceu pelo nariz e levou a fita ao ouvido para melhor sentir o cheiro. Ela disse que gostou, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O casal parou em frente à loja de perfumes; uma vendedora estendeu o pé, e lhes entregou uma fita com o odor de um perfume. A mulher do casal olhou-a com a boca &#8211; aberta -, agradeceu pelo nariz e levou a fita ao ouvido para melhor sentir o cheiro. Ela disse que gostou, mas não iria levar porque estava sem dinheiro. A vendedora, boa vendedora por sinal, insistiu e disse: &#8220;leve, faço questão, pode deixar que eu pago&#8221;. O casal entrou na loja, à espera de novos clientes, e a vendedora foi embora, feliz da vida, carregando o perfume que acabara de vender.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sorvete</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2007/10/22/sorvete/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 21:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[Não quero Sorvete, Quero só ver-te E depois sorver-te&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não quero Sorvete,<br />
Quero só ver-te<br />
E depois sorver-te&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Concurso</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2007 20:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele leu sobre o concurso em um jornal. Estavam dando bastante destaque, começou a sair até na televisão. Foi pela pindaíba que estava passando que resolveu se inscrever. - Ô Zé, cê tá lôco??? &#8211; perguntou estupefato um amigo &#8211; se inscrever no concurso de bunda substituta num grupo de pagode??? - É a crise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele leu sobre o concurso em um jornal. Estavam dando bastante destaque, começou a sair até na televisão. Foi pela pindaíba que estava passando que resolveu se inscrever.<br />
- Ô Zé, cê tá lôco??? &#8211; perguntou estupefato um amigo &#8211; se inscrever no concurso de bunda substituta num grupo de pagode???<br />
- É a crise né?, tenho que tentar de tudo &#8211; se limitou a dizer.<br />
Foi fazer a inscrição. A bunda (ops!), a moça que estava recebendo as fichas das candidatas quase teve um troço:<br />
- Sr. José&#8230; o senhor não pode se inscrever!<br />
- E porque não?<br />
- O concurso é para escolher a bunda mais bonita que dança mais gostoso para fazer parte do grupo!<br />
- Eu sei&#8230; mas, em primeiro lugar, considero que tenho uma bunda bonita e, depois, dançar eu já tenho prática: dancei no emprego, dancei na poupança, dancei no casamento&#8230; e o regulamento não diz que homens não podem se inscrever!<br />
- É mesmo&#8230;<br />
Conseguiu se inscrever.<br />
Ele tinha muitos pêlos nas pernas e bunda, é verdade, mas resolveu que não iria raspar, só clarear com água oxigenada &#8211; É para dar charme &#8211; disse. Difícil foi achar uma roupa que coubesse&#8230;<br />
No dia da primeira eliminatória surpreendentemente ele arrasou! Ficou entre as vinte finalistas, dançou e rebolou como nenhuma outra. Na finalíssima foi mais arrasante ainda. Não teve para ninguém! Só viram a bunda dele. Conquistou o primeiro lugar. Quebrou um paradigma e saiu do palco chorando.<br />
No dia seguinte, como era de se esperar, saíram fotos suas (do traseiro, diga-se) em todos os jornais e revistas do país. Ficou famoso. Manchetes: “O Homem da Bunda mais Bonita do Brasil!”, “O Sucessor!”, “A Bunda que venceu!”&#8230;<br />
Aí começaram os reveses. Começaram a falar mal dele, dizendo que era burro, que não havia mais nada na cabeça além da bunda, colocaram frases mentirosas em sua boca, coisas horrorosas que só a imprensa e o povo unidos jamais serão vencidos são capazes de fazer. Começaram muitas mulheres a fazerem propostas indecentes, maliciosas, oferecendo dinheiro para irem com ele para cama, ligações anônimas no meio da noite com mulheres falando barbaridades obscenas&#8230; Não teve mais sossego!<br />
Até que não agüentou. Não seguiu a carreira artística. Desistiu.<br />
Não queria ser conhecido como apenas mais uma bundinha bonita da Música Popular Brasileira.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Corujas e Morcegos</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2007/10/18/corujas-e-morcegos/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2007 20:40:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[Amo a madrugada Onde as horas passam lentas, Sonolentas Onde as pessoas dormem E eu vivo Onde os sons se calam E ouço a mim Onde o mundo é todo meu E das corujas e morcegos – Quando havia corujas e morcegos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amo a madrugada<br />
Onde as horas passam lentas,<br />
Sonolentas<br />
Onde as pessoas dormem<br />
E eu vivo<br />
Onde os sons se calam<br />
E ouço a mim<br />
Onde o mundo é todo meu<br />
E das corujas e morcegos –<br />
Quando havia corujas e morcegos</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Esperança</title>
		<link>http://blogjunto.com/hebdomadario/2007/10/18/esperanca/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2007 20:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre Sempre Sempre Sempre Sempre Haverá Sol Haverá Lua]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre<br />
Sempre<br />
Sempre<br />
Sempre<br />
Sempre<br />
Haverá<br />
Sol<br />
Haverá<br />
Lua</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terra Improdutiva</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2007 20:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem gente que pensa que minha mente é terra devoluta, Improdutiva, Não é! Absoluta falta de informação! Invadir meu pensamento assim é crime, Passível de prisão perpétua em meu coração&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem gente que pensa que minha mente é terra devoluta,<br />
Improdutiva,<br />
Não é!<br />
Absoluta falta de informação!<br />
Invadir meu pensamento assim é crime,<br />
Passível de prisão perpétua em meu coração&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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