Textos para a Categoria ‘Contos’

Diálogo

Por Declev Dib-Ferreira em 07/09/2011

DIÁLOGO

Declev Reynier

Ele: – Estou te achando muito triste…
Eu: – É?
– Peraí!
– O quê?!
– Você…
– Eu…?
– Você É triste!!!
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Choronas

Por Declev Dib-Ferreira em 15/08/2011

CHORONAS

Declev Reynier

– Snif… snif…
– Com licença.
– … snif…
– Desculpe, mas… o que houve?
– Nada… nada… snif…
– Como nada? Você tá chorando!
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A conversa alegre

Por Declev Dib-Ferreira em 09/07/2010

A CONVERSA ALEGRE

Declev Reynier

Vinham conversando alegremente pela calçada. Assuntos vários, dentre eles, futebol.

O riso tornou-se seriedade no rosto de um deles, ao avistar grupo de crianças maltrapilhas, à frente, que cheiravam cola, deitados na calçada.


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paixão.com

Por Declev Dib-Ferreira em 15/12/2009

PAIXÃO.COM

Declev Reynier

Chegou em casa entrou correndo jogou as coisas em cima do sofá e ligou o computador.

Enquanto a máquina “inicializava” foi à cozinha, encheu a caneca com o café de ontem que estava na cafeteira e o esquentou no microondas.


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O cara que não gostava de enterros

Por Declev Dib-Ferreira em 29/03/2008

O CARA QUE NÃO GOSTAVA DE ENTERROS

Declev Reynier

Ele não gosta de enterros. Fica nervoso, sua, não sabe o que dizer à família, sempre dá vexame. Por isso ficou quase transparente quando soube da morte do primo. Menos porque era primo, pois estavam meio afastados, muito tempo sem se ver, do que pela perspectiva do enterro. “Tem que ir, família é família!” sentenciou a mãe, e completou: “e lembro muito bem de quando vocês eram crianças e ele veio ao enterro do seu cachorrinho de estimação”. É, tinha que ir, não queria ser injusto.

Para não começar errado, foi de terno negro, bem alinhado.

Lá chegando estavam todos de roupa informal, coloridas, alguns até de bermuda e camiseta. O coração bateu forte. Foi falar com outro primo. “Ele pediu à mãe, quando moribundo, que não queria enterro com cara de enterro, que as pessoas viessem com roupas coloridas, não te avisaram?”.

Não avisaram. Até o destino prega peças para ele em enterros.

Foi falar com sua tia, a mãe do morto. “Meus parabéns!”, ele disse. Nunca sabe o que dizer nessas horas. Confundiu as frases, essas frases decoradas que usamos nos mais diversos eventos: “Parabéns, você merece!”, “Muitos anos de vida!”, “Tudo de bom!”, “Espero que sejam muitos felizes!”, essas coisas. Sua tia parou de chorar e olhou para ele, assim como quem estava por perto e ouviu.

Saiu de fininho; se tentar consertar, piora.

Durante o velório estavam todos sérios, consternados, muitos chorando, se agarrando ao caixão e ele, nervoso, pensando no que mais poderia acontecer, não conseguiu controlar, começou a rir de nervoso (acontece com algumas pessoas, com ele, em enterros). Não estava conseguindo nem disfarçar, começou a ficar vermelho, colocou a mão na boca, tentava se controlar quando um de seus primos o abraçou chorando e disse: “não chore primo, todos vamos sentir falta…”. Aí ele não agüentou, soltou uma gargalhada – riso nervoso, eu já disse – que ninguém entendeu. Pararam de conversar os que estavam conversando, de chorar os que estavam chorando, de andar os que estavam andando, todos olharam para ele ao mesmo tempo.

Sentindo-se o alvo das atenções, fingiu um desmaio.

Só assim conseguiu parar de rir. Murmúrios, cochichos, até risinhos ele ouviu, mas ficou ali no chão, estático. Vieram socorrê-lo, deram tapinhas no rosto, trouxeram água. Fingiu acordar: “o quê?… que houve?…”. O colocaram na cadeira. Fingiu melhorar, mas por pelo menos quinze minutos, todos ali se esqueceram do morto. Depois da cena disse estar passando mal e foi embora. Nem viu o enterro.

Estava ficando cada vez mais nervoso com velórios e enterros.

No dia seguinte sua mãe ligou chorando, dizendo: “filho… minha irmã que estava na Europa há três anos…”. Ele teve um ataque cardíaco.

Morreu sem ouvir a mãe terminar a frase: “…vai chegar amanhã para nos visitar!… filho?…FILHO???…”.

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Encarnação repentina

Por Declev Dib-Ferreira em 25/03/2008

ENCARNAÇÃO REPENTINA

Declev Reynier

Comecei a me sentir meio estranho… Uma sensação esquisita, sei lá… Era como se eu soubesse mais do que sei, lembrasse mais do que poderia. Como se tivesse recordações de coisas que não vivi. Comecei a me lembrar de pessoas como velhas conhecidas – pessoas que não conheço, pelo menos pessoalmente. Me lembrei e me deu uma certa saudade. Saudade? Tudo bem, conheço-os de nome, gosto de seus trabalhos, já li e ouvi alguns, mas daí a ter saudades?

Me deu de repente uma súbita vontade de casar com a lua. Fui à janela e lá estava ela. Quis pegar uma escada para ir até lá, mas pus o racional para funcionar e me contive. Fechei a janela num tranco, como que a fugir do sentimento. Uma angústia me subiu, como que repensasse minha vida inteira, me dando vontade de mudar. Mudar tudo. Mudar de opinião sobre tudo. Tudo o que pensava, naquele instante já não valia mais nada. Procurava novos valores. A sensação de mudança não passava. Tirei as roupas. Abri o armário, coloquei outras roupas e um óculos escuros. Era noite mas enxergava tudo. Estranho. Me olhei no espelho. Meu cabelo estava grande e me vi com um inesperado cavanhaque, como se há anos não fizesse a barba. Me senti velho, muito velho. Não fisicamente, mas no interior. Me lembrava de outros fatos. Fatos históricos, passados há anos, há milhares de anos… Me senti meio…sábio, meio adivinho, como se já houvera premeditado acontecimentos e ainda fosse capaz de fazê-lo. Me deu um calor. Resolvi tomar um banho. Peguei um chapéu e abri o chuveiro. Nada da sensação passar. O estranho é que comecei a gostar, o que me fez perder o medo da chuva que tinha. Me senti meio maluco, diferente dos outros. Era como se não fosse eu, sabe? Me senti um ator.

Me surpreendi esperando um disco voador , que me faria fugir das mesmices do mundo, quando vi que a terra parou. Só havia eu me movendo. Aproveitei para pegar na guitarra do meu irmão. Embora fosse noite, a terra havia parado mesmo!, então coloquei no máximo volume. Nunca havia tocado guitarra. Toquei como se fosse a guitarra minha amiga, como se já a conhecesse há muito. Creio que fiquei umas duas horas tocando, ao mesmo tempo espantado com o que estava acontecendo. De repente parei. Vi ao longe uma figura luminosa de um trem. O trem veio chegando, chegando… passou por mim em uma velocidade incrível, através de uma estrada que não existia. Voltei ao normal. Já estava senhor de mim.

Pensei: quando acabar, o maluco sou eu; mas acho que ele queria mesmo era tocar uma guitarrinha.

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O palhaço

Por Declev Dib-Ferreira em 24/03/2008

O PALHAÇO

Declev Reynier

Ele só vai trabalhar à noite, mas os dias não estão muito bons para ele…

Aliás, a vida não está sorrindo ultimamente para este pobre sujeito. Tem dívidas, muitas dívidas, faz uma dívida maior para cobrir uma menor. Procura outros empregos, mas a vida não está fácil e todos os empregos – até de porteiro – exigem experiência e referências, mas como um novato pegar experiência se todos os empregos pedem experiência?

Seus amigos o abandonaram, estão bem, empregados, com um dinheirinho para a cerveja, mulher e filhos. Não têm tempo para ficar ouvindo suas lamentações ou praticando filantropia. Sente-se só.

Quando numa fase melhorzinha, ele tinha lá o seu fusquinha, velho, mas que o levava com a esposa e as duas filhas para dar umas voltas no fim de semana pelos parques de seu bairro e à praia (por que é de graça). Só que esse carro é muito visado no Rio de Janeiro. Da última vez que fizeram compras de mês (quando o dinheiro ainda dava) e o dito cujo estava cheio de sacolas de supermercado, ao deixarem por um momento sozinho (voltaram para pegar um saquinho de azeitona que esqueceram), foi roubado. Roubado! Com todas as compras dentro. Imaginem o desespero. Não, não imaginem para não caírem em lágrimas.

Pelo menos ele tinha sua adorável esposa e suas adoráveis filhas.

Tinha, porque o mundo quase caiu em sua cabeça aquele dia em que ia fazer uma viagem para outra cidade tentar um emprego e a esposa mandou as filhas para a casa da avó para poder “arrumar a casa” sossegada. Ele perdeu o ônibus e automaticamente a entrevista e o emprego. Não sabe ainda se foi azar ou sorte. Chegou cedo em casa, abriu a porta e por um momento chegou a pensar que a esposa estava passando mal no quarto, pelos gemidos, urros, gritos e sussurros que dava, mas, qual sua surpresa ao ver a cena chocante: a esposa “cavalgando” o padeiro da esquina a quem ele estava devendo há mais de três meses, vestida só com um chapéu de caubói. Não é preciso dizer que toda a vizinhança ficou sabendo… Vocês conhecem bairro de periferia, todos sabem da vida de todos, principalmente quando saem duas pessoas peladas pelo meio da rua – e não são marido e esposa – com um homem de olhos esbugalhados e vermelhos correndo atrás – o marido – com uma faca de cozinha na mão e a cueca do outro na outra. Depois de tudo calmo ela ainda tentou se explicar, dizendo que assim ele, o padeiro, perdoaria a dívida dele, o corno. Ah…, pensou, por isso que o açougueiro, o dono da barraca da feira aos domingos e o diretor da escola das filhas não estavam mais cobrando aquelas dívidas…

Divórcio. A mulher, com a orientação do advogado, declarou em prantos, na frente de todos que estavam ali para ouvir (e eu estava) que o nosso amigo não estava mais “dando no couro” (expressão da própria), não estando, portanto, cumprindo sua função conjugal, tendo ela que procurar outros homens para se sentir mulher novamente. Bem, tirando aquelas duas vezes mês passado que “ele” não subiu, coisa que me contou chorando como uma criança me pedindo segredo (que eu guardei até aqui, espero que você também o faça), isso é uma mentira. Mas ela conseguiu, ficou com a guarda das crianças.

Há uma semana estava sozinho em casa, havia preparado o almoço (meio saquinho de macarrão instantâneo e duas salsichas fritas) quando chegou aquele senhor de terno e gravata, bem alinhado, com a barba bem feita, cabelos cuidadosamente alinhados, com a ordem de despejo na mão. Claro, não pagava o aluguel, água e luz há muitos meses. Estava na rua agora. Ele tinha um pequeno prazo para se mudar, mas foi naquele dia mesmo para casa dos pais. Como esta já era pequena para os pais e o irmão que lá morava, sobrou para ele o sofá da sala e suas poucas coisas foram guardadas no quartinho de ferramentas e outras bugigangas.

Por sorte, lendo o jornal que seu pai comprara, nas páginas de empregos havia um que não exigia experiência – davam treinamento – e ele foi ver. Estava contratado! Era para trabalhar basicamente as noites, teria uma parte do dia para fazer outras coisas. A vida começava a melhorar. Tinha um uniforme, uma roupa especial. No dia seguinte foi para o seu primeiro dia no emprego. Era numa casa, em uma festinha de criança. O resto do grupo já estava lá. Ele vestiu sua roupa, passou a maquilagem e foi trabalhar. Era o assistente, o que estava lá para levar as tortas na cara, cair nas brincadeiras todas que o “astro” do show fazia.

Depois de tudo o que passou por esses tempos, teria de fazer os outros rirem com as trapalhadas e situações embaraçosas que se metia ali no palquinho da festa.

A arte imita a vida, mas não importa, um palhaço é sempre um palhaço.

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O porteiro

Por Declev Dib-Ferreira em 23/03/2008

O PORTEIRO

Declev Reynier

Tenório não suportava ser porteiro. Não havia estudado por pura preguiça e, por fim, foi o que conseguiu. Mas mal começou o trabalho já o estava amaldiçoando. Jurou que não iria ser porteiro por muito tempo. Disse que preferia roubar ou até mesmo matar se preciso, mas não seria porteiro.

Foi o que fez. À noite estava trabalhando – ou dormindo no trabalho – e durante o dia ia roubar. Assaltava velhinhos e crianças, pois eram mais fáceis. Não precisava nem usar a arma. Em poucas semanas não agüentou e largou o emprego, já estava ganhando mais com os roubos. “Trabalhava” agora à noite. Assaltos à mão armada, assaltos a residências, matou pessoas, virou bandido perigoso, procurado pela polícia.

Um dia, num cerco policial, foi surpreendido, trocou tiros com a polícia e acabou baleado. Quase morrendo sentiu uma ponta de arrependimento, mas, como que quisesse justificar-se pensou: “Não! Eu não poderia ser porteiro!”. Morreu.

Do outro lado, foi recebido por espíritos que vieram em seu socorro. O mais iluminado, que chegava a cegar-lhe, disse:

— Tenório, temos um serviço para você cumprir.

— Sim, meu Senhor?!? – Pensava estar falando diretamente com Deus; estava chorando.

— Serás, durante dois séculos, o porteiro da casa de reabilitação das almas desvirtuadas.

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O vingador imaginário 1

Por Declev Dib-Ferreira em 21/03/2008

O VINGADOR IMAGINÁRIO

Declev Reynier

Entrei no ônibus, o trocador estava fumando. Reclamei. Senhor, é proibido fumar aqui dentro. “Eu sei, mas todo mundo fuma, ele respondeu, estamos no Brasil, aqui as leis foram feitas para se desrespeitar”; e continuou tragando o cigarro e, creio que propositadamente, a fumaça veio para minha cara. “Mas é você mesmo quem deve dar o exemplo”, eu disse. Ele riu e gritou para o motorista: “aí ó, o cara aqui qué que nós paremos de fumá porque tá trapalhando a respiração dele”. Eu vi quando o motorista deu uma olhadinha pelo espelho, virou para trás e, rindo, deu uma tragada no cigarro que estava em sua mão. E logo no banco de trás dele havia uma senhora com duas crianças, uma de colo. Depois desta cena eu não agüentei, tomei o cigarro da mão do trocador, apaguei em cima da caixa de dinheiro e atirei em cima dele dizendo: “aqui é proibido fumar!”. Várias pessoas observavam minha reação. Uma começou a bater palmas, de repente todo o ônibus fez o mesmo. O trocador saiu de sua cadeira para cima de mim; o motorista parou o ônibus e também veio. Os passageiros me defenderam dizendo que eu estava certo. Começou um empurra-empurra, começaram todos a bater nos dois. Comecei a quebrar o ônibus. Primeiro foi uma lâmpada, depois outra, puxei o sinal até arrebentar a corda, quebrei uma janela. Várias pessoas saíram do ônibus apavoradas, mas os mais irritados, junto comigo, quebraram o ônibus todo. Apareceu um rapaz com uma lata de tinta spray. Ele escreveu no ônibus, bem grande, do lado de fora: “é proibido fumar”.

Que eu saiba, desde este dia, nenhum trocador ou motorista foi visto fumando dentro dos ônibus.

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Entrevista com o louco

Por Declev Dib-Ferreira em 04/11/2007

ENTREVISTA COM O LOUCO

Declev Reynier

Hãn? Meu nome? Não sei… não lembro mais…

Hãn? Minha casa? É… o hospício não é tão ruim. Aqui me sinto protegido; é sossegado, tirando os berros casuais de alguns colegas.

Hãn? Sim, sim, sou bem tratado.

Hãn? Visitas? De vez em quando recebemos as visitas de algum anjo. No gramado há alguns unicórnios e duendes, mas não são todos que conseguem vê-los.

Hãn? Solidão? Não, não… eu tenho um bichinho de estimação, o Gotchgotch. Ele não é daqui, é de outro planeta; caiu aqui no terreno numa cápsula espacial.

Hãn? Ele come ramiscabrini com molho menesquênsis.

Hãn? Quando cheguei aqui? Há alguns milênios, acho…

Hãn? Porquê vim para cá? Não sei, acho que me achavam normal demais para ficar no mundo louco lá de fora.

Hãn? As últimas coisas de que me lembro antes de vir prá cá? Não me lembro de muitas coisas não… lembro de uma mulher… e lembro de que eu falei um dia: “nem que seja a última coisa que eu faça, eu ainda vou compreender essa mulher!”…

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