Textos para a Categoria ‘Amor’

Quente chama

Por Declev Dib-Ferreira em 26/11/2011

Quente chama

Declev Reynier

Quem te chamou
Quem te chama
Quente chama

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paixão.com

Por Declev Dib-Ferreira em 15/12/2009

PAIXÃO.COM

Declev Reynier

Chegou em casa entrou correndo jogou as coisas em cima do sofá e ligou o computador.

Enquanto a máquina “inicializava” foi à cozinha, encheu a caneca com o café de ontem que estava na cafeteira e o esquentou no microondas.


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Invasão

Por Declev Dib-Ferreira em 20/09/2009

INVASÃO

Declev Reynier

Bati na porta e esperei
Como não respondestes,
Entrei;


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Vida assim que eu não quis

Por Declev Dib-Ferreira em 18/03/2008

VIDA ASSIM QUE EU NÃO QUIS

Declev Reynier

A vontade que tenho
Ou a sensação que sinto,
É que murcho ao sol
Ou um peixe no anzol;

É que meu corpo
Curva-se
Apertada que está
Minha alma de amar;

Me sinto um corcunda
Ou um molusco fechado na concha,
Que me circunda uma nuvem negra
E um desabamento deslancha;

É assim que estou
Com um punho cerrado no peito
Pensando em mais nada
De mente vazia

Além do rosto da amada,
Que diz não estar feliz
Me fazendo morrer pra vida
Vida, assim, que eu não quis.

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Matemática do Amor

Por Raphael Roale em 27/02/2008

MATEMÁTICA DO AMOR

Declev Reynier

Me divido
Para multiplicar
O que somamos
Desde já

E diminuo
Sempre igual
A raiz
Em potencial

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Dores

Por Declev Dib-Ferreira em 25/11/2007

DORES

Declev Reynier

Quando tu comigo brigas
Que dor
Meu coração abriga

Quando tu de meu amor desconfias
Que angústia
Meu peito desfia

Quando tu de mim se inseguras
Que maldade…
Me enche de agruras

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Quebra-cabeças

Por Declev Dib-Ferreira em 10/11/2007

QUEBRA-CABEÇAS

Declev Reynier

Juntei os caquinhos todos e tentei colar
Mas não havia cola
Ainda não há cola

Tentei encaixar algumas peças
Têm várias faltando
Também!, há peças para tudo quanto é lado!

Fui procurar de novo
Vi alguns pedaços nas mãos de algumas pessoas
Vi outras colocando nos bolsos
Algumas pisavam sem se dar conta
E muitas vezes percebi pisadas propositais,
que quebravam os cacos em centenas de outros pedaços.

Bem mais difícil de colar.

Saí catando os pedaços com todo mundo e
Utilizando um pincel, varri o que estava no chão com cuidado,
Para cima de uma folha de papel
(Que depois percebi que ficou marcada)

Coloquei tudo num envelope
(Que utilizaria depois para mandar algo a alguém)
E comecei o trabalho de reconstituição.
Até que ficou legal.

Está meio frágil porque a cola que encontrei – o tempo –
Demora um pouco para secar

Achei tudo, quer dizer
Quase tudo.
Coloquei os braços, pernas, narigão, orelhinha,
quase todos os dentes (porque me falta um mesmo) e tudo o mais.

Só ficou faltando uma coisa no meu peito…
Tá tão vazio aqui…
Acho que esqueci algo em algum lugar…

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Tu és assim

Por Declev Dib-Ferreira em 10/11/2007

TU ÉS ASSIM

Declev Reynier

Tu és o espinho cravado em meu peito
Tu és a farpa em meu dedo
Tu és um dia de azia sem um bicabornato por perto
A ressaca da manhã seguinte transportada ao deserto

Tu és a dor que há em cada amor
A força que faz o pão cair de manteiga pra baixo
A barata voadora que entra no quarto escuro

Tu és o muro que separa dois mundos
O chão imundo em que tropeço e caio
Tu és um raio que cai duas vezes no mesmo local

Eu peço açúcar, tu me dás sal
Eu peço um beijo, etc. e tal
Tu não me dás nada,
Tal qual quem nega água

Tu és assim
Assim tu fostes
Passastes por mim de dia
Me deixando só à noite…

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