Textos para mês 11/2007

Janelas

Por Declev Dib-Ferreira em 25/11/2007

JANELAS

Declev Reynier

Já viajei muito pelo meu país
Muitas paisagens admirei
Andei buscando o belo
Mas nem sempre encontrei; (more…)

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Leila Рa história mal contada



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V / M

Por Declev Dib-Ferreira em 25/11/2007

Você
Me chama
Você
Me clama
Você
Me cama
Você
Me ama

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Dores

Por Declev Dib-Ferreira em 25/11/2007

DORES

Declev Reynier

Quando tu comigo brigas
Que dor
Meu coração abriga

Quando tu de meu amor desconfias
Que ang√ļstia
Meu peito desfia

Quando tu de mim se inseguras
Que maldade…
Me enche de agruras

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Felizes s√£o os atores…



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Alimento

Por Declev Dib-Ferreira em 25/11/2007

Tomo café da manhã
De solid√£o
Almoço nada
Lancho ang√ļstia
Janto uma saudade danada
Vou dormir saciado de sofrimento
E acordo para, mais um dia,
Me alimentar de tormento

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MutaçãoAmor!



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Receita de bomba

Por Declev Dib-Ferreira em 22/11/2007

Quarenta e sete alunos. N√£o sei se voc√™ tem id√©ia do que pode ser este n√ļmero dentro de uma √ļnica sala de aula.Escola p√ļblica. Tamb√©m n√£o sei se voc√™ tem id√©ia do que pode acontecer se unirmos o item anterior a este.Falta de livros. Agora tente imaginar a jun√ß√£o deste novo probleminha √†queles de que j√° falamos.

Falta de carteiras. Una mais este ingrediente à receita que estamos ditando.

Escola sem segurança, onde pessoas pulam os muros para fazerem bagunça lá dentro. Adicione mais este fator e misture tudo.

Professores mal remunerados. Este ingrediente é como a cebola, me faz chorar.

Fica faltando o tempero, mas pode ser a gosto. Ponha tudo na panela do Munic√≠pio ou do Estado, como desejar, e misture com uma cara-de-pau, √īps!, desculpem, com uma colher-de-pau e deixe em fogo brando por anos e anos e anos. V√° mexendo devagar e veja o que acontece.

O resultado esperado √© sempre o mesmo; se voc√™ n√£o conseguir, saindo algo diferente, fa√ßa de novo. Com essa receita esperamos obter desemprego, pessoas mal capacitadas para o trabalho, viol√™ncia, corruptos no governo, povo elegendo corruptos no governo por anos a fio, ignor√Ęncia, mis√©ria e outras coisinhas mais.

N√£o falha nunca.

N√≥s j√° conseguimos… com a habilidade de um “chef” franc√™s.

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Anti-Receita



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Porque os pobres s√£o cada vez mais feios e os ricos cada vez mais bonitos

Por Declev Dib-Ferreira em 18/11/2007

 Estudo da seleção sócio-natural na espécie humana 

Feio e bonito, horroroso e lindo s√£o conceitos relativos, isto √©, n√£o s√£o absolutos (l√≥gico). O que para mim √© bonito, n√£o ser√° necessariamente para todas as outras pessoas. Algu√©m que eu ache feio voc√™ mesmo poder√° achar bonito, lindo, sei l√°; afinal “a beleza est√° nos olhos de quem v√™” e “quem ama o feio bonito lhe parece”. N√≥s, seres humanos, utilizamos tamb√©m outros crit√©rios para caracterizar nossos semelhantes, como a intelig√™ncia, o charme, a eleg√Ęncia, a simpatia, o n√≠vel social, entre outros. N√≥s damos maior ou menor valor a essas caracter√≠sticas, de acordo com nossos pr√≥prios valores, sendo essas virtudes pessoais realmente importantes.

(more…)

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PresenteViagem astral na TerraO menino de rua



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Poesias diversas de C√°ssio Garcez – 02

Por Declev Dib-Ferreira em 16/11/2007

Meu camarada de lutas ecológicas Cássio Garcez enviou algumas poesias suas que têm como tema a natureza e a preservação ambiental.

Inicio com ele a categoria “Contribui√ß√Ķes de amigos”. S√£o 5 poesias, que divido em dois posts.

Divirtam-se.

 

TIRIRICARTE

Nosso Parque Estadual
da Serra da Tiririca
é lugar fenomenal.
A raz√£o logo se explica.

L√° no Alto Mour√£o,
também chamado Elefante,
tem-se inigual√°vel vis√£o
de paisagem deslumbrante.

Mas não é só encantamento
que oferece nossa serra.
√Č qualidade cem por cento
na vida do povo desta terra.

√Č √°gua na nascente e no po√ßo,
e ar puro a todo momento.
√Č refresco pro velho e pro mo√ßo,
e encosta sem desmoronamento.

Traz passarinho pro quintal.
Faz barreira contra o vento.
√Č ref√ļgio pro animal.
Vale mais que no documento.

Cantemos em verso e em prosa
a import√Ęncia desta serra.
Salvemos nossa Tiririca generosa
do malvado corte da motosserra!

(E do ca√ßador, do especulador imobili√°rio, do praticante de motocross, do pol√≠tico inescrupuloso, do “ecologista” oportunista, etc.)

 

SALVEM AS √ĀRVORES

Bendita √°rvore da vida,
seja de mato, de fruta, de flor.
Passarinho em teus galhos tem guarida,
sob tua sombra fugimos do calor.

Tu nos proteges do vento e do sol,
na terra fazes a √°gua ir fundo.
Seguras encosta e alimenta lençol,
quanto bem fazes ao mundo!

D√° pitanga, d√° ing√°, d√° caj√°,
dá fruta pra tudo quanto é gosto.
Também flor como do ipê e do manacá,
refresca a brisa no teu rosto.

Obrigado √°rvore bendita,
pelo verde da paisagem.
Tem gente que n√£o acredita
no poder de tua folhagem.

Perd√£o para quem n√£o te respeita,
Aqueles que te ferem e te cortam.
Lament√°vel compreens√£o estreita,
conseq√ľ√™ncias de que n√£o se importam.

Salvem as √°rvores, por favor!
Exaltem seu imenso valor.
Parem o machado, a motosserra, o trator.
Tratem delas com mais amor!

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Poesias diversas de Cássio Garcez Р01SobreInspiração



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Poesias diversas de C√°ssio Garcez – 01

Por Declev Dib-Ferreira em 16/11/2007

Meu camarada de lutas ecológicas Cássio Garcez enviou algumas poesias suas que têm como tema a natureza e a preservação ambiental.

Inicio com ele a categoria “Contribui√ß√Ķes de amigos”. S√£o 5 poesias, que divido em dois posts.

Divirtam-se.

LEVA SEU LIXO EMBORA

Lixo na mata,
suja, polui e mata.

Mata o animal
que come e passa mal.

Destrói a natureza,
fonte de tanta beleza.

Ei, irm√£o!
Presta atenção:

muda isso agora.
Leva seu lixo embora!

 

ENTERRE A OBRA

Aprendi com o gato
que fazer coc√ī no mato
exige muito tato.

Cavo um buraco certo,
sem √°gua por perto.
L√° miro e acerto.

No final, enterro a obra
(cuidado com a cobra).
Pronto. Fim da manobra.

 

PRESERVAÇÃO COM ARTE

No ambiente natural,
existe planta, bicho e mineral.
Lugar assim, poucos têm restado igual.

Fugindo da destruição,
ali existe proteção.
Ainda assim, é preciso sua participação.

Use a trilha certa.
Evite a descida reta.
Atalho é ferida aberta.

Deixe a planta no ch√£o.
Leve o lixo pro lat√£o.
Taí a boa educação.

Caminhe com pouca gente,
pois protege muda e semente.
Impacto, assim, pouco se sente.

Fale com calma
para n√£o espantar a fauna.
Isto faz bem à alma!

Não faça fogueira.
Guarde guimba, bagana ou outra besteira.
Incêndio não é brincadeira.

Caçar é covardia:
mata a m√£e e a cria;
some com o bicho que j√° pouco se via.

Denuncie o que é errado.
Sensibilize o mal informado.
Peça ao turista: seja educado.

Vamos lá: faça a sua parte!

√Č sua responsabilidade, n√£o descarte!
Preserve a natureza com arte!

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Poesias diversas de Cássio Garcez Р02SobreInspiração



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Quebra-cabeças

Por Declev Dib-Ferreira em 10/11/2007

QUEBRA-CABEÇAS

Declev Reynier

Juntei os caquinhos todos e tentei colar
Mas n√£o havia cola
Ainda n√£o h√° cola

Tentei encaixar algumas peças
Têm várias faltando
Também!, há peças para tudo quanto é lado!

Fui procurar de novo
Vi alguns pedaços nas mãos de algumas pessoas
Vi outras colocando nos bolsos
Algumas pisavam sem se dar conta
E muitas vezes percebi pisadas propositais,
que quebravam os cacos em centenas de outros pedaços.

Bem mais difícil de colar.

Saí catando os pedaços com todo mundo e
Utilizando um pincel, varri o que estava no ch√£o com cuidado,
Para cima de uma folha de papel
(Que depois percebi que ficou marcada)

Coloquei tudo num envelope
(Que utilizaria depois para mandar algo a alguém)
E comecei o trabalho de reconstituição.
Até que ficou legal.

Est√° meio fr√°gil porque a cola que encontrei – o tempo ‚Äď
Demora um pouco para secar

Achei tudo, quer dizer
Quase tudo.
Coloquei os braços, pernas, narigão, orelhinha,
quase todos os dentes (porque me falta um mesmo) e tudo o mais.

S√≥ ficou faltando uma coisa no meu peito…
T√° t√£o vazio aqui…
Acho que esqueci algo em algum lugar…

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Ano Novo

Por Declev Dib-Ferreira em 10/11/2007

Será só ilusão ou
Há mesmo a renovação?

Quando o ano se acaba
As pessoas enterram seus problemas:
“Agora tudo vai ser diferente,
Este ano vou mudar minha vida‚ÄĚ

O tempo passa; e n√£o p√°ra!
A vida é a mesma
A hora de mudar é agora!

N√£o precisa esperar um ano novo
Comece j√°!
‚ÄúAno que vem serei diferente‚ÄĚ
Comece j√°!

Não interessa o ano o mês o dia
A vida é a mesma

O tempo est√° passando
A terra est√° girando
Os anos est√£o indo e vindo
Mas a vida é a mesma

Não é uma virada de ano
Que vai mudar sua vida
Mas uma mudança de atitude!

Seja mais bondoso
         mais honesto                                                      
                  amigo
                 caridoso

Seja mais humano…

Mas comece já!                                                     
N√£o espere o fim do ano.

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InvençãoReceita de bombaSão Francisco



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